Dunkirk

A tropas britânicas e francesas foram empurradas pela Alemanha Nazi para Dunkirk, para o mar. Enquanto são dizimados lentamente, quer por via terrestre, aérea ou marítima, continuam com esperança que um milagre aconteça e sejam resgatados.

Quem não viu o filme A Hora Mais Negra, por favor faça-o. Nesse filme, dá-se uma batalha interna no ministério sobre salvar ou não os soldados em Dunkirk! Os dois filmes complementam-se bastante.

Como são atacados a todos os níveis, o filme conta três histórias (em formato deja vu, porque as histórias interligam-se e os acontecimento de uma afectam as outras duas) que se passam no ar, no mar e em terra. Não vou entrar em mais detalhes.

Desde o início do filme todas as tentativas de resgate que o exército britânico faz são fracassadas, não só porque a Alemanha Nazi tem uma tecnologia melhor, mas também porque são enviados poucos barcos e aviões em suporte e defesa dos mesmos. É, demasiado fácil para os alemães nazis. Porém, o desespero em conjunto com a persistência não impede novas tentativas de se sobreviver e fuga, muito pelo contrário.

Perante tantas mortes, alguns perdem a esperança e a parte mais chocante para mim foi assistir ao suicídio de um soldado que se lançou ao mar.

Os grandes heróis foram não só os soldados, mas também os civis que ouviram o apelo de Churchill e pegaram nos seus pequenos barcos, quer de pesca ou veleiros e foram salvar os seus compatriotas da morte.

Dou os meus parabéns à banda sonora, que auxiliou, mais do que as imagens a que me tocasse na alma a tensão, o desespero…. mas principalmente o medo que todo o filme pretende transparecer.

Não é um filme que volte a ver devido aos sentimentos que nele são transmitidos, mas é um filme que todos precisam ver.

Se naquela época, com aquela tecnologia, morreram centenas de milhares de pessoas… não quero sequer imaginar como seria uma Terceira Guerra Mundial. Se tal monstruosidade acontecer, se não conseguir ajudar, espero já estar morta antes mesmo de acontecer.

 

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