The Man From U.N.C.L.E.

Bem, é oficial. Sou fã inveterada de comédias de espiões.

Spoilers para quem não sabe, mas a organização U.N.C.L.E. nem aparece até ao final do filme, quando é formada pelas personagens principais. E ainda assim, com um final deste calibre, as únicas notícias sobre a sequela consistem no facto de que ela, eventualmente, existirá.

Mas voltando ao filme. Começamos na Alemanha, ainda o muro de Berlim se encontrava de boa saúde. Um agente Americano – Napoleon Solo (provavelmente o único nome mais fixe que James Bond, sejamos honestos) – vai até Berlim Oriental para recrutar uma jovem mecânica que ele acredita ser a chave para encontrar o pai da mesma – um cientista Nazi desaparecido há anos (não se preocupem, está bastante implícito que ele não era mesmo Nazi; só trabalhava para eles; *coff coff*). Contudo, apesar das habilidades de Gaby Teller como condutora, para além de mecânica, isso não é suficiente para despistar o outro agente que está no seu encalço – Illya Kuryakin – um agente do KGB.

Como toda a gente do mundo da espionagem quer os conhecimentos do pai de Gaby, o KGB e a CIA decidem unir esforços – só desta vez – contra os Nazis que ainda restam, e resgatar o cientista antes que este lhes construa uma arma nuclear.

A partir daqui podemos contar com as intrigas habituais – disfarces, identidades secretas, escutas, brigas entre Americanos e Russos, sotaques com fartura, e cenas de ação.

Para além do ritmo da história ser excelente, é rápido, mas não demasiado, conseguimos respirar entre cenas de ação, a química entre o elenco principal é fantástica, aqueles três divertiram-se á grande a filmar o filme, não tenho dúvidas disso.

Assim que souber alguma coisa sobre a sequela, informo-vos, juro, prometo, porque acho que é a sequela que eu quero mais na vida (a seguir aos Incredibles 2, está claro).

 

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